A necessidade de transferir um paciente costuma surgir quando o local do primeiro atendimento não possui leito, equipe ou estrutura para dar continuidade ao tratamento. Nessa situação, é comum a dúvida: o plano de saúde deve cobrir ambulância e remoção hospitalar? A resposta depende do tipo de plano, do motivo da transferência, da indicação médica…
A cirurgia bariátrica pelo plano de saúde possui cobertura obrigatória em determinadas situações, mas a autorização não depende apenas da existência de uma prescrição médica. É preciso analisar o tipo de contrato, a segmentação assistencial, os períodos de carência, os critérios da Diretriz de Utilização da ANS e a documentação clínica apresentada. A gastroplastia consta…
Quem precisa de acompanhamento contínuo costuma descobrir o problema no pior momento: a clínica informa que as sessões “acabaram”, o aplicativo deixa de autorizar novas guias ou a operadora reduz a frequência indicada pelo profissional assistente. Mas o plano de saúde ainda pode impor um limite anual genérico para fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional?…
O plano de saúde cobre parto quando o contrato possui segmentação hospitalar com obstetrícia e a beneficiária cumpriu os requisitos de carência. Porém, urgências obstétricas, atendimento do recém-nascido e inclusão do bebê possuem regras que não admitem uma resposta simples. Antes de contratar ou diante de uma negativa, confira segmentação, data de adesão, tipo de…
Quando o plano de saúde nega exame genético, a resposta sobre cobertura depende do teste solicitado, da indicação clínica, do método utilizado e das regras aplicáveis ao procedimento. Alguns exames possuem cobertura obrigatória quando atendem às Diretrizes de Utilização da ANS. Em outros casos, é necessário avaliar os critérios legais para procedimentos fora do Rol.…
Quando o plano de saúde descredencia um hospital, uma clínica ou um profissional, o beneficiário não precisa aceitar qualquer alternativa sem conferir o que realmente mudou. A operadora pode alterar a rede, mas deve respeitar regras de substituição, equivalência, comunicação e garantia de atendimento. Por outro lado, nem todo descredenciamento é ilegal. A análise depende…
A operadora pode formar uma junta médica do plano de saúde quando existe divergência técnico-assistencial entre o profissional que acompanha o paciente e o médico indicado pelo plano. O procedimento busca uma conclusão clínica, mas deve respeitar critérios, prazos e impedimentos definidos pela ANS. A convocação de junta não significa que a negativa esteja correta.…
Quando o plano de saúde nega internação ou UTI, a família precisa agir com rapidez, mas também deve identificar o motivo exato da recusa. Segmentação do contrato, carência, doença preexistente, rede credenciada e caracterização da urgência podem mudar a análise. O profissional responsável pelo atendimento deve indicar a internação. A operadora pode utilizar mecanismos de…
Um relatório médico para o plano de saúde ajuda a explicar por que determinado exame, cirurgia, medicamento ou tratamento foi indicado. Quando existe negativa ou demora, esse documento pode ser decisivo para demonstrar o quadro clínico, a urgência e os riscos de uma interrupção. Isso não significa que qualquer relatório obrigue automaticamente a operadora a…
Quando uma operadora demora, nega um procedimento ou não disponibiliza atendimento, o beneficiário pode registrar uma reclamação na ANS. Esse registro pode gerar uma Notificação de Intermediação Preliminar, conhecida como NIP, que aproxima consumidor e operadora na tentativa de solucionar o problema. A NIP é um caminho administrativo importante, mas possui limites. Ela não substitui…