A necessidade de transferir um paciente costuma surgir quando o local do primeiro atendimento não possui leito, equipe ou estrutura para dar continuidade ao tratamento. Nessa situação, é comum a dúvida: o plano de saúde deve cobrir ambulância e remoção hospitalar? A resposta depende do tipo de plano, do motivo da transferência, da indicação médica…
Primeiro, a falta de vaga em UTI pelo SUS exige providências rápidas, mas organizadas. A família precisa confirmar se existe indicação médica formal, se a unidade inseriu o pedido na Central de Regulação e qual é a classificação clínica do paciente. Sem esses registros, fica mais difícil cobrar uma resposta adequada. Por outro lado, a…
Quando o plano de saúde nega internação ou UTI, a família precisa agir com rapidez, mas também deve identificar o motivo exato da recusa. Segmentação do contrato, carência, doença preexistente, rede credenciada e caracterização da urgência podem mudar a análise. O profissional responsável pelo atendimento deve indicar a internação. A operadora pode utilizar mecanismos de…
Quando o médico indica internação psiquiátrica, a família costuma precisar de uma resposta rápida. Além da preocupação com o paciente, surgem dúvidas sobre autorização, rede credenciada, duração do tratamento e cobranças após os primeiros 30 dias. Os planos com cobertura hospitalar não podem estabelecer um número máximo de dias de internação. Isso também vale para…
Descobrir que o plano de saúde recusou uma internação ou um procedimento urgente porque o contrato ainda está em período de carência costuma gerar insegurança justamente quando não há tempo para uma discussão prolongada. A legislação permite que os planos estabeleçam prazos de carência, mas fixa um limite específico para situações urgentes: a carência em…